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terça-feira, 27 de março de 2012


E as portas da vida se fecham hermeticamente, e inevitavelmente uma janela se abre. E é quando a porta se fecha que as janelas de ideias se abrem e de uma forma indizível nossa mente cria engenhosamente a solução quando nos deparamos com a necessidade de encontrar o equilibrio. Não há chave quebrada que impeça a fechadura de abrir, não há fechadura que impeça as portas de nos permitir ir e vir, basta acreditar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Um belo nada, nada belo.

As coincidências começaram a coincidir demais, por mera coincidência...
Se o acaso existe ou não, não importa, ele anda existindo, porque tenho permitido ao existir o luxo de se deixar deixar de existir, de vez em quando.
É muito estrago para uma só mente, não consigo conseguir, e é o destino batendo em minha porta, mas eu não sei se estou em casa, muito menos se vou atendê-lo...

domingo, 3 de julho de 2011

.

Eles também são bonitos, educados e cavalheiros. Eles também me elogiam. Também dizem que me adoram. Mas eles não são você. E isso não devia, mas muda, radicalmente, tudo.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

ÉEE

Ela se sentia uma palhaça no picadeiro de um circo em chamas onde seu único objetivo era fazer o velho e doente leão sorrir. Ela não sabia mais por quanto tempo aguentaria até que as chamas consumissem todo o oxigênio, e isso sinceramente, não a incomodava.

sábado, 11 de junho de 2011

Ela...


E foi bem cedo que ela começou a descobrir mundos paralelos, e passou a olhar muito desconfiada para as pessoas, temendo muito que, com o passar dos anos, nossos tesouros fossem roubados pelo tempo. Ela simplesmente não conseguia ver nos olhos dessas pessoas o brilho que tinha os olhos de quem se refugiava em algum mundo, que naquela época ela ainda julgava ser algo imprescindível criado pela imaginação. Quanta audácia! O tempo passou um pouco e ela sempre paranoica teve a triste certeza de que nada, absolutamente nada era criado, pelo menos no sentido que ela havia imposto para a palavra, para ela tudo havia sido inspirado, em coisas que já vimos, ouvimos ou sentimos, e isso era arrasador!
Bom, consolos não faltavam, isso nunca a faltou. Gente que não entendia nada que ela falava ou sentia, mas fingia entender tudo, para no fim ganhar suas recompensas, e ela que sempre foi vista como bobinha, sabia de tudo isso, fingia não saber, e ponderava, quando achava que valia a pena bem que aceitava, só que em uma de suas idas a um de seus mundos, ela inconsolavelmente concluiu que aquilo deveria ser um tipo de prostituição e abdicou desses consolos por um tempo, como já era de se esperar ela não resistiu, pois cada dia era uma decepção nova, e se ela não se recuperasse não iria se decepcionar mais, e ai nada mais teria graça.
Ela não sabia, mas ela estava certa e quando ela mais precisava fugir, ela fugiu, e encontrou seu mundo exatamente como havia deixado, porém não podia imaginar que seu mundo seria invadido por corpos, todos com defeitos de fabricação,sem cérebro e sem coração, ela tentou fugir para todos os outros mundos que havia conhecido, em todos teve a mesma sensação. Teve de voltar ao mundo real, com a certeza de que não há nada imprescindível nessa vida. E não, não conseguiu se consolar com falsos consolos, oriundos de corações vazios e mentes interesseiras. Ela desabou, juntamente a seus mundos, implorava por um homem que não fosse de lata, mas não encontrou nenhum, não naquela escuridão. Ela ainda procura uma lanterna, apesar de saber que não precisaria vê-o, bastaria senti-lo...
"E o homem de lata não sabia
que ter coração
doía"

domingo, 22 de maio de 2011

Ser Lílian

É quando eu acho que comecei a entender as coisas que percebo que estava completamente enganada, e quando eu acho que não tem mais jeito descubro n outras possibilidades, é quando eu estou sozinha que estou bem acompanhada, é quando eu desacredito que eu acredito.
Sou torta mas viva, decifro mensagens onde sequer há mensagem, não entendo o óbvio, e nem o procuro entender, não vejo graça em nada e morro de rir de tudo. Sonho alto e voo baixo, quero tudo e nada quero. Me amo e me odeio. Sim, tudo isso ao mesmo tempo e em tempo algum... Eu não ando nada bem

domingo, 1 de maio de 2011

Ponto, parágrafo e uma big interrogação.


Eu sempre tive uma opinião formada sobre tudo, e quando não tinha, na hora eu decidia, odeio ficar em cima do muro, sou oito ou oitocentos, não sou de titubear, ou pelo menos eu não era... agora dei pra isso, pra não saber de nada, pra não chegar a conclusão nenhuma e pra mudar de verdade a cada segundo!
Isso está acabando comigo, eu não consigo parar de pensar e o pior eu não consigo me decidir!
Indecisão, sempre foi sinônimo de fraqueza, falta de personalidade, e milhões de outras coisas, mas agora que está sendo o meu sobrenome, vejo que fui dura demais com muita gente, indecisão é sinônimo é de uma puta persistência, porque aguentar uma dúvida é muito mais cruel que suportar uma certeza, é o talvez que incomoda, e como anda incomodando...
Eu já fui decidida, já tive orgulho dos meus ideais, juro juradinho. E agora? Bom agora, agora eu ando esperando inspiração para voltar a me orgulhar, espero a lua mudar pra ver se já posso seguir, espero a chuva passar pra ver se volto a florir, eu ando no gerúndio, para sempre esperando, aguardando, sabe se lá até quando, mas eu também não ando com pressa, já fui muito mais apressada, queria tudo para ontem, hoje eu até aguento esperar até amanhã, mas por favor que não passe disso, porque eu sinceramente posso cansar dessa brincadeira.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pensar


é enlouquecedor, quanto mais eu penso, menos eu sei. É no silêncio que meus medos aparecem, não me deixem calada, jamais. É tão triste, tão assustador. Falar sempre foi um sinônimo de felicidade, de plenitude. É isso, não sou plena quando estou calada, não sou eu, eu simplesmente não consigo existir assim, é como se pedacinhos de mim deixassem de existir a cada palavra que eu deixo de proferir...
O silêncio me da uma sensação de vazio, de exclusão, de abandono. Sou eu comigo mesmo, e eu sou tão insuportável!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Cansar


É simplesmente não aguentar mais.Não. Não é não querer, é não poder. Meu corpo resolveu travar uma séria briga com minha mente e quem está sofrendo sou eu.
Eu penso em mil coisas e em nada penso, eu nada faço e tudo canso, chamo meu estado de velhice precoce e temo, sinceramente, que meu quadro seja irreversível. Não posso estar fadada a viver assim para todo o sempre, será que nunca vou conseguir ser eu plenamente?
Vivo pensando no que sequer existiu, insisto que o que existiu não existiu, minto, tenho perca de memória recente e de nem tão recente assim.
Se querer fosse poder, meu Deus, o mundo estaria perdido! Como eu ando querendo. Quero de tudo, quero para agora, e nem sei bem o que quero. É tão difícil saber.Era tão mais fácil quando deixavam eu pensar que querer era verbo intransitivo não carecia de complemento, eu apenas queria, e isso bastava.
Maldito complemento!O que eu quero? Para onde eu quero? Com quem eu quero? Como eu quero? Eu não sei, eu não sei e eu também não sei. Eu já soube, mas hoje eu não sei mais, faltei as aulas da vida sobre decisão e fiz de minha fiel amiga a indecisão...
Pagamos preços muito altos por nossas escolhas e nem é isso que dói, o que dói mesmo é saber que as escolhas foram nossas...
Estou louca, é isso. Loucura das bravas, por favor me interne, talvez meus colegas de loucura me entendam, ou não.
"Eu nunca sei se quero descansar porque estou realmente cansada ou se quero descansar para desistir." Clarisse Lispector

segunda-feira, 7 de março de 2011

às vezes.


Às vezes eu canso, mas só às vezes...
e me questiono, só às vezes, se é realmente isso. E é.
Não. Eu não deveria virar a direita, seria mais fácil, mas eu simplesmente não quero. Eu gosto de desafios. Sei que escolhi o caminho mais longo, mas é que só assim consigo ver paisagens que quase ninguém vê, consigo pensar mais um pouco e não não ter tempo nem pra pensar... consigo dar uma voltinha e reviver cenas bobas, mas inesquecíveis. E é só isso. E isso não é dadaísmo.


o que você faria no meu lugar...
... se tivesse pr'aonde ir e não tivesse que esperar?
o que você faria se estivesse no meu lugar...
... se tivesse que fugir e não pudesse escapar?

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tempo,



Como você pode simplesmente acabar, quando eu mais preciso de você?
e como você pode ser tão lerdo quando eu quero que você passe rápido?
e como você pode simplesmente resolver voltar, justo quando eu não quero relembrar nada!
e quando eu desejo viver novamente algo, vc não me permite...
porque eu não consigo querer o que você quer? daí todo esse dilema sequer existiria...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O peixe morre é pela boca.


Sempre fui de falar demasiadamente demais. Sempre fui a personificação do exagero, conseguia falar mil anos luz mais rápido do que conseguia pensar. Fui descobrir o que era timidez só bem mais velha, e para ser bem sincera não sei bem se sei mesmo o que é isso. Sempre amei muita gente, amei povo, amei qualquer pessoa que estivesse disposta a me ouvir, essa é a verdade, e até uma certa idade, isso é muito bonito, mas depois não.
Acredito que devido ao fato de ser uma amante da oratória posso ter desenvolvido um senso crítico muito precoce, e como sempre fui fã incondicional da verdade, já é de se imaginar a confusão toda que isso tudo gerou, gera, e ainda vai gerar...
As pessoas acham a sinceridade a melhor e uma das qualidades mais imprescindíveis que um ser humano deve deter, desde que não seja utilizada contra ele. A partir do momento que comecei a falar o que pensava, sem censura, sem cuidado algum, na latam, comecei a perceber que matar-me-ia se continuasse assim, eu estava conhecendo o significado da palavra sincericídio, que tanto me acompanharia na vida.
Me censurei, aprendi a falar um pouco mais devagar e a pensar bem mais rápido, percebi então, que nem todo mundo, ou melhor, quase ninguém quer ouvir minha opinião sobre a vida deles, e se as pessoas vivem numa bolha, não tenho autoridade, nem direito algum de espetá-las com uma agulha pontuda. Aprendi de uma forma bem doída e ao mesmo tempo bem clara e objetiva que o peixe morre é pela boca.

sábado, 23 de outubro de 2010

Mudar


É o que faço, constantemente. Mas não por falta de opinião ou indecisões, muito pelo contrário, é justamente por eu possuir minhas próprias opiniões e por eu quase nunca me sentir confusa que mudo tanto, que sou tão hermética. Não. Não é fraqueza. É necessário muita força e muita audácia para simplesmente resolver mudar, é preciso enfrentar diversos obstáculos para apenas mudar. É ter que negar minhas próprias teorias, é admitir enganos, é ser humilde, é ser humano.  E é isso que me atrai, que me chama.
A rotina às vezes me cansa, e eu de vez em quando posso aparentar estar perdida, pode parecer que quero dar um passo maior que minhas pernas conseguiriam ou pode simplesmente parecer que eu nada quero e nada faço. Assim como os beija-flores batem tão rapidamente as asas que ficamos com a impressão de que eles  pairam no ar, pode ser que eu também consiga fazer algumas coisas tão rapidamente que seus olhos nem se dêem conta disso.
Ninguém me conhece por completa, não adianta me julgar, me achar errada, equivocada, louca, eu não vou ouvir, não quero ouvir. Não existe certo ou errado, existem coisas [i]legais e [i]morais. Não vou infringir lei alguma com minhas mudanças, me censuro para não cometer imoralidades, então estou tranquila porque hoje este caminho é o certo, se amanhã minha verdade for outra, tudo bem, eu procuro o retorno mais próximo...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Congelei,


Parei no tempo, abstrai, resolvi apertar o mudo, ignorar o mundo, e esqueci até de ouvir meus próprios pensamentos. Uma sensação estranha, isso não foi bem uma escolha, há tempos que meus pensamentos entraram numa mala e partiram para uma viagem, sem aviso prévio e sem data para retorno. Talvez a culpa seja minha, não se deve abandonar nada como eu abandonei, eu fiz exatamente o que meus pensamentos estão fazendo agora comigo: tirei férias, e esqueci de comunicar isso. Não fazia ideia do tão avassalador era isso. Não encontrei nenhum estado de espírito que transmitisse isso muito bem, mas não faz diferença, nada mais faz.
Quero ser inteira novamente!Quero voltar a pensar mil coisas, não quero mais ficar parada olhando para o nada- apesar de o nada ser bem interessante- . Não quero vagar em um Universo, ser somente um corpo, quero ser uma mente! Uma mente das bem pensantes! Devolva-me minha essência! Não sei de quem cobrar, nem a quem cobrar, o certo seria eu me cobrar, mas não é fácil, não mesmo. Abri espaço para o ócio e para a preguiça e agora eles não arredam o pé. Eu sei que estou fazendo exatamente igual aqueles velhinhos que apertam o MUTE de seus controles remotos e depois disparam a reclamar que nada ouvem, mas o problema é que existem muitas teclas em um controle remoto, e os mais distraídos acabam demorando um pouco para acertar o botão e voltar a ouvir tudo...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Perdi


É tão estranho essa sensação da perda, principalmente quando você perde algo que sequer foi seu.Inconsolável.Não chega a doer, incomoda, te indigna, me indigna. Não podia estar incomodada com isso. Mas estou. Não deveria lembrar do que nem sequer existiu, mas lembro.
Deve ser justamente por não dever que faço, involuntariamente.
Sempre fui teimosa e do contra, desde pequena. Sempre me avisaram que isso ainda ia me atrapalhar muito, pois é, anda atrapalhando.
Queria estar lembrando de tantas coisas boas que realmente existiram, mas no momento o meu pirracento sub-consciente só consegue pensar no que não existe. Me desculpe, eu não queria, não quero, não devia e não devo e sei disso tudo, mas de nada adianta...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Formas da vida


É não deveria, não é teoricamente previsto, nem soa bem aprender a vida prática na prática da vida, mas é assim que funciona.
De nada adianta as fôrmas em que somos criados, as coisas em que somos moldados, o que tiver que ser será.
Estudamos a teoria de uma forma dissociativa, isso porque incentiva a competição, que vire e mexe desencandeia em algum conflito e não em uma melhora, não que isso seja ruim, não se trata de lado bom e lado mau, nem sei se existe lado bom e lado mau, acaba que tudo é uma questão de ponto de vista, nada nem ninguém tem só um lado bom ou só um lado mau, o difícil é convencer meus teimosos olhos que cismam em ver só uma face da moeda...
Acabo culpando essas benditas ideologias da incapacidade dos meus olhos enxergarem uma moeda e do meu cérebro não conseguir interpretar que não existe só a cara que meus olhos viram, que do outro lado, também tem a coroa. Isso se justifica pelo fato de que só com estudos ideológicos não conseguimos discernir a teoria da prática. Aí você tem a triste descoberta: nem tudo é bem assim, aquelas aulas de história que você assistia, não contavam tudo como realmente aconteceram, aquelas centenas de fórmulas que você memorizou de nada servem, seno, cosseno, tangente, prisma, camadas geológicas, eras paleozóicas, calcular o número de mols gasto na queima da pirita, tudo isso meu bem , vira papo de maluco!
O grande problema é querem nos moldar para ser algo que a sociedade não está preparada para receber e sequer é capaz de entender . As fôrmas são nitidamente muito previsíveis, sempre sabemos a forma que dela sairá e além de previsíveis elas são limitadoras. Tire - me daqui, o bolo vai transbordar, erraram a mão, excederam a quantidade de fermento, a fôrma está pequena demais ...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Multidão.


Gente pra mim tem um significado um pouco diferente do que para vocês. E eu estou sentindo um pouco de falta de gente. É sabe, eu vivo rodeada de pessoas, mas nenhuma delas parecem gente, sabe?! Sei lá, elas parecem coisas, robôs, ou qualquer outra coisa, menos gente. Todo mundo parece estar programado para sorrir pra mim, falar com tom convincente, e sempre soltar um muito obrigada, ou um volte sempre, e de vez em quando essas coisas não fazem bem o que são programadas pela sociedade para fazer, daí rola um esbarrão, seguido de mil pedidos de desculpa, um acidente, sei lá. Todo mundo parece tá fora do ar, no automático.
Eu quero gente, que titubie, que erre, que admita que errou, que ame, que deseje, que sonhe. Pelamordedeus! Tem coisa mais triste que eu andar em pleno centrão da cidade e deperar com tantas pessoas, sem sonhos, desejos, metas? Pessoas que simplesmente passam, algumas sorriem, outras olham com muito ódio, outras olham com deboche e outras nem olham.
Quero gente! Muita gente, que não simplesmente passe, que pare, olhe, admire, sabe?!Ah eu posso tá doida, mas gente que é gente dá garagalhada quando não pode, cai , tropeça no meio da rua e sai apoiando no povo, sente vergonha e nem lembra de pedi desculpa, gente que é gente sonha alto, tem vontades, adora chocolate, e sequer acredita em sociedade, e modelos por ela criados.
Tá. Já deu pra perceber meu irque pela sociedade, e pelas regras por ela criada, na verdade, eu gosto da ideia de sociedade, mas não do que ela virou. O problema é esse ela virou uma coisa manipuladora que transforma gente em coisa.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Quem queimou a luz?


É como queimar uma lâmpada. Você já viu uma lâmpada queimada voltar a funcionar? Às vezes demoramos para perceber, só quando anoitece e você certamente precisará dela é que nota. Na maioria das vezes ela queima quando você não tem uma reserva. Daí você fica lá, no escuro, pensando em mil e uma coisas, inclusive em como você pode NÃO ter uma lâmpada reserva!? É um vazio enlouquecedor que te toma conta, e olha pode ter certeza que figuras que antes de assombravam voltam a aparecer, como o bicho-papão, por exemplo. A para que isso!? É uai! Quando você cresce, essas figuras não desaparecem de seus pensamentos, elas apenas
mudam de nome, e para cada um elas passam a ser chamadas por um nome diferente, mas lá no fundo elas causam o mesmo arrepio. Quando simplesmente falta energia e a luz apaga, você sabe que uma hora ela vai acender, normalmente leva um susto, mas logo se acalma. Mas quando ela queima, a coisa fica diferente, não tem desespero, tem o medo mesmo, a aflição e depois a conformação. É isso! Uma lâmpada queimada sempre vem junto da CONFORMAÇÃO. Quando nada mais pode ser feito, você se conforma.